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ARCEBISPO DE MANAUS DOM SÉRGIO EDUARDO CASTRIANI
Paulista da cidade de Feijó, completará 60 anos no próximo dia 31 de maio, e é arcebispo desde 23 de fevereiro de 2014


MANAUS – Dom Sérgio Eduardo Castriani é o arcebispo de Manaus desde 23 de fevereiro do ano passado, em substituição a dom Luiz Soares Vieira, que se aposentou. Em pouco mais de um ano à frente do arcebispado, o paulista da cidade de Feijó, que completará 60 anos no próximo dia 31 de maio, falou ao Jornal do Commercio sobre os desafios de estar à frente da arquidiocese que, além de Manaus, abrange outros municípios das proximidades da capital.

Jornal do Commercio: Há um ano e quase dois meses como arcebispo de Manaus. Quais os principais desafios que o Sr. tem enfrentado até agora na função?

Dom Sérgio Castriani: O primeiro desafio é descobrir e enxergar a presença de Deus, deixar-se transformar por ela e dar testemunho de uma vida renovada. A violência difusa na sociedade, visível nas mortes violentas que acontecem a cada dia, na miséria que subsiste, nas diferenças sociais, no crime organizado, é sinal de que não estamos conseguindo iluminar com a luz do Evangelho as nossas periferias, tanto as geográficas quanto as existenciais. O aumento da população carcerária, o grande número de jovens fora do sistema educacional, as péssimas condições de moradia, a dependência química, o preconceito, a violência contra as mulheres, o trânsito que mata, são todos sinais, entre outros, de um certo fracasso de nossa parte. Manter a comunhão, sustentar o dinamismo missionário, defender o essencial e o fundamental da doutrina, confirmar os irmãos na fé, na esperança e na caridade, são o meu serviço. Basta deixar-se iluminar pela fé para enxergar Deus.

Explique exatamente o que faz um arcebispo e qual sua área de atuação além de Manaus? 

DSC: Um arcebispo em primeiro lugar é um celebrante. Celebro com as comunidades, que visito regularmente. Gosto muito de celebrar a Eucaristia na catedral todos os domingos, nas paróquias, nas áreas missionárias, com diferentes grupos e movimentos e diariamente na capela do colégio Santa Dorotéia. A Eucaristia é a fonte e o ponto de chegada da vida da Igreja. Preparar as homilias, meditar a Palavra, anunciá-la cada dia é prioritário. Depois vem as reuniões com os diferentes conselhos que são as estruturas de participação da Igreja, o dos Presbíteros, o da Administração, o da Pastoral, e às vezes, os dos setores, das paróquias. O arcebispo também representa a Igreja junto a sociedade civil e o Estado e isto implica estar presente em muitos eventos públicos. A Igreja é uma pessoa jurídica com responsabilidades fiscais e com questões administrativas de toda ordem. O arcebispo é o responsável, com todas as consequências que isto traz.

Sempre que é possível participo das ações da Cáritas que com as Pastorais Sociais são o braço caritativo da Igreja. Procuro também estar presente junto aos meios de comunicação, sobretudo os da Igreja. Mas também é preciso ter tempo para escutar as pessoas, recebendo-as e visitando-as.

A arquidiocese, além de Manaus, compreende os municípios de Manaquiri, Iranduba, Careiro, Careiro da Várzea, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva. Além disto, como bispo, participo das atividades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil tanto a nível regional quanto nacional. Claro que não estou só. Conto com a colaboração de dom Mário Antonio, bispo auxiliar, de uma multidão de leigos e leigas e de maneira especial
dos padres e diáconos.

O Sr. já conheceu pessoalmente o papa Francisco? O que achou da eleição de um papa não europeu? A Igreja Católica quis, ou quer, mudanças?

DSC: Em 2007 participei da Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, que se realizou em Aparecida, como delegado dos bispos do Brasil. Foram 21 dias de convivência com o então cardeal Bergóglio. Na ocasião ele presidiu a comissão de redação do documento final. Lembro-me de algumas conversas com ele e da missa que presidiu numa das sessões. Depois o encontrei em Roma quando fui receber o pálio. Pude ainda encontrá-lo e escutá-lo na Jornada Mundial da Juventude. Francisco levou para Roma toda a caminhada da Igreja latino americana dos últimos 50 anos. Para quem vive esta caminhada não é uma surpresa aquilo que ele vem falando e a maneira como vem governando a Igreja. É claro que mudanças sempre exigem conversão, renúncia, mudança de comportamento provem de hábitos. Mas a Igreja sempre será assim, ou deixará de ser a Igreja de Jesus Cristo. Quem ama a Igreja quer sempre que ela seja fiel ao Evangelho. Francisco está mostrando que misericórdia, alegria, esperança são atitudes fundamentais e que todo o entulho institucional que atrapalha deve ser removido.

E entre seus fiéis, o Sr. notou alguma mudança como resultado do carisma do papa Francisco, tipo, mais interesse pela religião, mais fé?

DSC: A pessoa do papa para o católico é fundamental. Para nós ele é o Vigário de Cristo. A eleição de um novo papa é sempre um momento de renovação. Já na escolha do nome o papa delineou um programa de ação a longo prazo. E isto contagiou a todos os católicos, praticantes ou não. Mesmo gente que não faz parte da Igreja tem se encantado com o papa e sua mensagem, que no final das contas é a Boa Nova de Jesus. É muito bom viver este tempo
da Igreja e considero providencial que o início do meu ministério na arquidiocese tenha coincidido com o do papa.

A Páscoa está chegando e, como sempre, as pessoas só falam em ovos de chocolate, como no Natal, só falam em comidas e roupas novas. O que a Igreja tem feito para mudar esse pensamento mercantilista das pessoas?

DSC: A Páscoa é a celebração do mistério da redenção da humanidade e do início da nova criação que se dá na morte e ressurreição de Jesus. Aceitar este mistério e deixar-se transformar por ele é condição de salvação e é profundamente comprometedor pois exige mudança de vida e conversão. É claro que a tentação de esvaziar o Mistério é grande e o mercado que a tudo domina se aproveita disto para aumentar seus lucros. Mas, quanta coisa séria é transformada em espetáculo e em produto a ser vendido e comprado: o corpo humano, as relações pessoais, a religião em geral. A Igreja vai contra a corrente celebrando bem, anunciando a palavra, transformando esta palavra em caridade concreta, procurando não entrar na corrente do consumismo.

Como está a Igreja Católica em Manaus? O número de fiéis aumenta, diminui ou se mantém?

DSC: A Igreja Católica na Arquidiocese de Manaus está muito viva e atuante, participando em centenas de comunidades espalhadas por toda a cidade em pastorais e movimentos, centenas de milhares de pessoas se reúnem regularmente para ouvir a Palavra, celebrar a Eucaristia, ajudar os mais necessitados, lutar pelos seus direitos e pelos dos excluídos. A Igreja em Manaus além de comunitária está a serviço da vida, tem um grande dinamismo missionário, atrai uma multidão de jovens e adolescentes que são seu futuro e seu presente. O pluralismo religioso e a oferta crescente de lugares de culto de matriz pentecostal e neo pentecostal tem levado a uma
busca maior da identidade católica, da procura de maior formação pessoal e também na participação em eventos de massa. Quanto a números, deixamos para os especialistas do IBGE.

Deixe uma mensagem para as pessoas que estão perdidas na vida e procuram um caminho para a paz.

DSC: Cristo ressuscitou. A morte não tem a última palavra. Não há nenhuma situação humana que possa nos destruir completamente e é sempre possível recomeçar. Somos criados para a eternidade. Não se feche em si mesmo, abra-se para os outros, preocupe-se com quem está ao seu lado, ofereça a vida como Jesus e no seu seguimento você assistirá o milagre da ressurreição.

Publicado dia 21/04/2014 às 14:08:15

 
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